Na Ortodoxia, a cura abrange a pessoa inteira. O Mistério da Santa Unção, a salmodia e as orações dos fiéis dirigem-se ao corpo e à alma, colocando o sofrimento sob a misericórdia de Deus, sem tratar a oração como uma solução instantânea.
Invocam-se santos como Nectário, Pantaleão e Lucas, o Cirurgião, por quem enfrenta a doença. As suas vidas recordam que a medicina e a oração colaboram, não competem.
As famílias podem ler o Cânone pelos Doentes, aspergir as divisões com água benta e manter acesas as lamparinas dos ícones como recordações tangíveis da presença de Deus. Preparar a confissão durante a doença traz muitas vezes cura espiritual a par do alívio físico.
Quando Deus permite que a dor continue, a Igreja reza por perseverança e consolação. A cura inclui paciência, perdão e o apoio de uma comunidade que rodeia o doente com amor, refeições e palavras de encorajamento.
O Athon reúne orações pelos doentes com aprovação eclesiástica, cantos em áudio e histórias de fiéis curados, dando a cuidadores e visitantes paroquiais recursos para servir com esperança e sensibilidade.